Notícias
Divulgação CulturalAPRESENTAÇÃO | Corpo a Nu. Humanos, Ciborgues, Transumanos e Pós-Humanos | 15 jan. ’26 | 18h00 | Auditório
Corpo a Nu. Humanos, Ciborgues, Transumanos e Pós-Humanos
APRESENTAÇÃO | 15 JAN. ’26 | 18h00-19H30 | Auditório | Entrada livre
Corpo a Nu exprime a convicção de que a humanidade existe em dois corpos e duas subjetividades-matriz, sendo que estes – natural ou artificialmente – dão origem a diversas modalidades de existir e de viver a sexualidade própria. Dentro desse quadro, aponta a origem dos tradicionais traços caracterizadores de masculino e feminino, analisando as actuais terminologias usadas para designar diferença e igualdade sexual e seus conteúdos.
Acima de tudo, interroga as novas possibilidades de vida trazidas à humanidade pelo avanço da cibernética, da computação quântica, da engenharia genética, das biotecnologias, da biologia sintética, em última instância considerando a hipótese de os animais humanos deixarem de o ser, passando a um estádio considerado já pós-humano, sugerindo que aí, talvez, a camada feminina na Terra tenha algo de novo a propor.
Apresentação de Ana Maria Pereirinha e Viriato Soromenho Marques.
Nota biográfica
Isabel Allegro de Magalhães é Professora Catedrática de Literatura Comparada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, encontrando-se aposentada desde 2008.
Professora convidada em várias universidades estrangeiras, na Europa e nos Estados Unidos, publicou cerca de uma centena de ensaios e artigos em sete línguas, nas áreas em que desenvolve a sua investigação, e é autora de nove livros. Entre as suas obras mais relevantes destacam-se Para lá das Religiões: Ensaios sobre Religiões e Culturas, Ética, Espiritualidades e Política (2011), Capelas Imperfeitas (2002), O Sexo dos Textos (1995) e O Tempo das Mulheres (2002).
É ainda autora da História e Antologia da Literatura Portuguesa (da Idade Média ao século XVIII), em quatro volumes, publicada pela Fundação Calouste Gulbenkian entre 2007 e 2013. Integra o movimento GRAAL desde 1960.
No plano da intervenção cívica e sociocultural, destaca-se o seu trabalho como coordenadora e coautora, com Manuela Silva, da iniciativa de cidadãos Manifesto: O nosso Presente e o nosso Futuro – algumas questões prementes (2009); como co-presidente, com Mário Ruivo, do MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente (2006-2010); e como membro do Tribunal de Opinião para a avaliação do seguimento das decisões da Cimeira Europa-África e do Fórum da Sociedade Civil, organizado pela Plataforma das ONGD (2010).
Foi distinguida com o Prémio Jacinto do Prado Coelho, atribuído pela Associação Internacional de Críticos Literários.
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Tertúlia | Ano de 69, Coimbra – Presa por usar uma saia amarela e outras histórias | 4 jun. | 17h00 | BNP
Na sessão, integrada no âmbito da exposição O ano de 1969, vão ouvir-se relatos de como se podia ser preso sem fazer nada, depoimentos de dois docentes sobre o que se passou entre os professores no apoio à crise académica, recordando o vaivém de um “repúblico” dos Corsários das ilhas, o ambiente católico e a lista da CDE por Coimbra
Apresentação | Linhagem, de Eurico Carrapatoso | 3 jun. | 18h30 | BNP
No ano em que se comemoram os 500 anos da viagem de circum-navegação comandada por Fernão de Magalhães, terá lugar no CCB, no dia 21 de junho, a estreia Mundial da obra Linhagem de Eurico Carrapatoso, que pretende prestar uma homenagem a este navegador português
Mostra | Over_Seas: Melville e Whitman em Portugal | 31 maio | 16h30 | BNP
No bicentenário do nascimento de dois vultos maiores da Literatura dos EUA do séc. XIX, esta mostra icono-bibliográfica pretende mostrar o impacto e a receção das obras de Herman Melville (1819-1891) e de Walt Whitman (1819-1892)
Encontro | Quem faz um filho fá-lo por gosto | 28 maio | 18h30 | BNP
Em 1969 Simone de Oliveira representou Portugal na Eurovisão, com a canção “Desfolhada Portuguesa” da autoria de Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes, depois de ter vencido a nível nacional o Grande Prémio TV da Canção Portuguesa em 1969, nome como era então designado o Festival RTP da canção













