Notícias
Divulgação CulturalLançamento | Caravelas Naus e Galeões. Séculos XV e XVI | 23 jan. | 18h30 | BNP
Caravelas Naus e Galeões
Séculos XV e XVI
LANÇAMENTO | 23 jan. | 18h30 | Auditório | Entrada livre
Obra de Francisco Contente Domingues numa edição Caleidoscópio. Apresentação a cargo de Fernando David e Silva. Com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde.
Para a arte da navegação os mais necessários instrumentos são navios, sem os quais se não pode executar esta arte; nem se pode cuidar, como houvesse jamais navegação sem navios, de qualquer maneira que fossem, ainda que imperfeitos, e não tão acabados como agora são. Porque nenhuma arte teve instrumentos perfeitos em seus princípios; nem os navios logo no começo foram perfeitos; mas quanto mais os homens usam deles, mais entendem as faltas que neles há, e as vão emendando: como fazem em todas as artes, e instrumentos delas. E porquanto os navios são necessários para a arte da navegação, e a navegação para a gente desta terra de Portugal, cujas vivendas em muita parte pendem do mar: não somente as do povo, mas também a do estado real, que pelo mar tem muitas ilhas, e terras, e conquistas: as quais se não podem conquistar, nem governar sem navegação.
Francisco Oliveira, c. 1580
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Lançamento | Francisco de Sá Noronha: um músico português no espaço atlântico | 21 out. | 18h00 | BNP
Francisco de Sá Noronha (1820-1881): um músico português no espaço atlântico traça o percurso de um violinista e compositor cuja vida decorreu entre Portugal e o Brasil
Congresso | Novos caminhos para Angola no século XXI | 17 e 18 out. | BNP
A ARN é uma entidade e fórum de debate que visa colocar em rede a comunidade de académicos e investigadores, filiados a instituições de pesquisa ou independentes, que desenvolvem o seu trabalho acerca de Angola numa perspetiva internacional
Outono em Jazz · 10 de Outubro a 04 de Novembro
Na sua sétima edição, o festival continua a revelar a melhor música que se faz sob a capa abrangente de um género marcado pelo culto da improvisação e da inovação
Ciclo de Conversas | Foto-histórias da História – Leitão de Barros: Imagética marítima e fotogenia | 15 out. | 17h30 | BNP
O potencial iconográfico dos tipos e costumes das comunidades marítimas serviram ao pintor, encenador e cineasta Leitão de Barros, nas décadas de 30 e 40, a uma estetização da política que vinha ao encontro da propaganda visual do Estado Novo













