Notícias
Divulgação CulturalA imprensa de língua portuguesa no Oriente
LANÇAMENTO | 24 jan. ’18 | 18h00 | Auditório | Entrada livre
A obra A imprensa de língua portuguesa no Oriente, da autoria de José Augusto dos Santos Alves e editada pela Biblioteca Nacional de Portugal, com o apoio da Fundação Oriente, será apresentada por Guilherme d’Oliveira Martins.
Através da análise do percurso dos jornais portugueses – O Portuguez na China, O Procurador dos Macaistas, O Solitario na China, A Aurora Macaense, a Chronica Constitucional de Goa, o Echo da Lusitania, O Encyclopedico – Jornal d’Instrucção e Recreio, e O Investigador Portuguez em Bombaim –, nas terceira e quarta décadas do século XIX, traça-se não apenas a história da imprensa periódica de Macau, Goa e Bombaim, e dos seus posicionamentos políticos e sociais, como a dos próprios espaços geográficos em que se inserem.
Segundo o autor, a obra visa «caracterizar e avaliar as conexões entre ideias, imprensa e poder, entre comunicação e informação, e as estratégias seguidas no espaço geográfico nacional, ultramarino incluído, a partir, no caso em apreço, de uma fonte primordial de pesquisa: o periodismo de língua portuguesa no Oriente no período mediado entre 1835 e 1845».
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Lançamento | Francisco de Sá Noronha: um músico português no espaço atlântico | 21 out. | 18h00 | BNP
Francisco de Sá Noronha (1820-1881): um músico português no espaço atlântico traça o percurso de um violinista e compositor cuja vida decorreu entre Portugal e o Brasil
Congresso | Novos caminhos para Angola no século XXI | 17 e 18 out. | BNP
A ARN é uma entidade e fórum de debate que visa colocar em rede a comunidade de académicos e investigadores, filiados a instituições de pesquisa ou independentes, que desenvolvem o seu trabalho acerca de Angola numa perspetiva internacional
Outono em Jazz · 10 de Outubro a 04 de Novembro
Na sua sétima edição, o festival continua a revelar a melhor música que se faz sob a capa abrangente de um género marcado pelo culto da improvisação e da inovação
Ciclo de Conversas | Foto-histórias da História – Leitão de Barros: Imagética marítima e fotogenia | 15 out. | 17h30 | BNP
O potencial iconográfico dos tipos e costumes das comunidades marítimas serviram ao pintor, encenador e cineasta Leitão de Barros, nas décadas de 30 e 40, a uma estetização da política que vinha ao encontro da propaganda visual do Estado Novo













