Notícias
Divulgação CulturalDia Mundial da Música celebra-se todo o mês de outubro com espetáculos de qualidade para todas/os!
O Dia Mundial da Música (1 de outubro) é comemorado em Palmela ao longo de todo o mês, com um programa de espetáculos de qualidade por todo o concelho e para vários públicos.
Da programação “Outubro – Mês da Música”, destaque para o espetáculo comemorativo do Dia Mundial da Música com Pedro Jóia, no dia 1, no Cine-Teatro S. João, em Palmela. No âmbito das comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, Samuel Quedas preparou uma viagem pelo “Canto Livre” e as suas histórias, para assistir no dia 5, e os “Anónimos de Abril” sobem também ao palco do Cine-Teatro, no dia 24. Este equipamento cultural, recebe ainda Mimi Froes (dia 12), o Café Concerto “Teimosia” – Mário Mata (dia 18) e o Café Concerto Desidério Lázaro Trio – Micrus (dia 31).
No Centro Comunitário de Águas de Moura, “A Cantadeira” Joana Negrão apresenta um espetáculo em que a sua voz é o fio condutor para paisagens sonoras ancestrais e atuais (11 outubro) e há também o espetáculo musical performativo “O Escuro que Tinha Medo”, especialmente dirigido à comunidade educativa (dia 15).
No Centro Cultural de Poceirão, assista, a 12 de outubro, ao Concerto “Vozes da União”, protagonizado por um grupo que se junta, canta, cria canções e usa a voz para gerar laços entre as pessoas e o conhecimento.
É também em outubro que algumas coletividades do concelho celebram os seus aniversários, com um forte programa de iniciativas promovido pelas Sociedades Filarmónicas Humanitária e Palmelense “Loureiros”.
O “Outubro – Mês da Música” é promovido pelo Município de Palmela, no âmbito do “Palmela É Música”, e enquadrado pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e 17 – Parcerias para a Implementação dos Objetivos.
Mais informações: 212 336 630 ou cultura@cm-palmela.pt
O Dia Mundial da Música é comemorado desde 1975, para celebrar esta forma de expressão com importância global, como manifestação de diversidade e, simultaneamente, de união entre os povos.
Consulte o programa e não perca nada!
Fonte: cm-palmela.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Visita guiada | As mil e uma noites em Portugal | 27 set. | 17h30 | BNP
A exposição pretende redescobrir e valorizar a presença, em Portugal, do conjunto de contos, quase todos de origem árabe medieval, conhecido pelo título de As mil e uma noites. Nela se reúnem, tanto traduções lusas d’As mil e uma noites, como imagens do vasto património cultural – bibliográfico, cinematográfico, teatral e de outras expressões artísticas – inspirado por esta obra, em Portugal
Exposição | A fábrica de sonhos: os primeiros 25 anos da Agência Portuguesa de Revistas | 27 set. | 18h00 | BNP
A Agência Portuguesa de Revistas foi fundada em 1948 por Mário de Aguiar e António Joaquim Dias. A Agência, nome pelo qual era simplesmente conhecida no meio editorial e pelo grande público, é hoje um nome quase desconhecido das gerações posteriores à sua extinção em 1987, no entanto, no Portugal dos anos 60, as suas publicações estavam por todo o lado: mais de 50 títulos diferentes, entre revistas e romances seriados, com uma tiragem combinada de mais de um milhão de exemplares mensais, como proclamava a publicidade da época
Debate | Um Projecto Libertário, sereno e racional | 25 set. | 17h00 | BNP
Trata-se aqui de uma proposta de renovação da ideologia anarquista adaptada ao século XXI – quase um Manifesto –, consistente numa reavaliação da noção de Estado- -nação, na qual que se defende, a par de outras, uma estratégia de intervenção política no quadro democrático; e, por outro lado, se sustenta que a economia de mercado, devidamente regulada, é a menos má alternativa para o processo de mundialização a que chegou a Humanidade
MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga – Inauguração da obra: Luca Giordano “A Rendição do Eleitor da Saxónia perante Carlos V”
Pintor talentoso e rápido no executar (e, por isso, conhecido como «Fa presto»), Luca Giordano (Nápoles, 1634-1705) adquiriu fama por toda a Europa pela sua habilidade em retomar o estilo de José de Ribera, particularmente apreciado pelos grandes colecionadores espanhóis













