Notícias
Divulgação CulturalMINDFULNESS: VISITA, RETIRO E CURSO
Sábado | 20 Abril | 10.00 às 11.30 | €20
A prática de mindfulness no museu oferece a possibilidade de estar plenamente atento e presente. Enriqueça a sua experiência da arte nestas visitas com meditação guiada.
Durante uma viagem, um concerto, um filme ou numa exposição de arte já deu por si a ficar distraído, perdido em pensamentos, a querer acelerar o momento ou simplesmente a não prestar atenção completa ao que está ali perante si naquele momento?
Se sim, saiba que é perfeitamente normal que isso aconteça. A nossa mente tende a fazê-lo, e por vezes dificulta a capacidade de estar no momento presente, mesmo que à nossa frente esteja a mais bela obra de arte.
Em média uma pessoa despende entre 15 a 30 segundos a observar uma obra de arte. “Slow Art” é um estilo de observação que tem ganho força em todo o mundo e que visa cultivar uma observação e apreciação da arte de forma intencional e imersiva. Enraizada numa abordagem meditativa, como a prática de mindfulness, esta incentiva não apenas a dedicar mais tempo para apreciar uma obra de arte, mas também a prestar atenção a toda a sua experiência durante o processo.
Arte e mindfulness são complementos naturais. Ambos convidam à reflexão e têm uma componente terapêutica que promove o bem-estar. Quando se unem, cria-se uma sensação de refúgio. A prática de mindfulness num museu oferece assim a oportunidade de estar plenamente atento a toda a experiência e cultivar inspiração e conexão com as peças de arte.
Voltemos então ao início. Já imaginou como seria se numa exposição de arte estivesse plenamente lá? Ficará surpreendido com a riqueza da sua experiência e, provavelmente, não esquecerá o que observou e sentiu durante a sua visita.
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Exposição | A fábrica de sonhos: os primeiros 25 anos da Agência Portuguesa de Revistas | 27 set. | 18h00 | BNP
A Agência Portuguesa de Revistas foi fundada em 1948 por Mário de Aguiar e António Joaquim Dias. A Agência, nome pelo qual era simplesmente conhecida no meio editorial e pelo grande público, é hoje um nome quase desconhecido das gerações posteriores à sua extinção em 1987, no entanto, no Portugal dos anos 60, as suas publicações estavam por todo o lado: mais de 50 títulos diferentes, entre revistas e romances seriados, com uma tiragem combinada de mais de um milhão de exemplares mensais, como proclamava a publicidade da época
Debate | Um Projecto Libertário, sereno e racional | 25 set. | 17h00 | BNP
Trata-se aqui de uma proposta de renovação da ideologia anarquista adaptada ao século XXI – quase um Manifesto –, consistente numa reavaliação da noção de Estado- -nação, na qual que se defende, a par de outras, uma estratégia de intervenção política no quadro democrático; e, por outro lado, se sustenta que a economia de mercado, devidamente regulada, é a menos má alternativa para o processo de mundialização a que chegou a Humanidade
MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga – Inauguração da obra: Luca Giordano “A Rendição do Eleitor da Saxónia perante Carlos V”
Pintor talentoso e rápido no executar (e, por isso, conhecido como «Fa presto»), Luca Giordano (Nápoles, 1634-1705) adquiriu fama por toda a Europa pela sua habilidade em retomar o estilo de José de Ribera, particularmente apreciado pelos grandes colecionadores espanhóis
Mostra | Irmãs Brontë: 200 anos | 20 setembro – BNP
As irmãs Charlotte (1816-1855), Emily (1818-1848) e Anne (1820-1849) Brontë, filhas de Patrick Brontë (1777-1861) e Maria Branwell (1783-1821), nasceram no início do século XIX, com dois anos de intervalo entre si, e ficaram conhecidas como romancistas e poetisas, tendo publicado as suas obras em datas próximas e, como era aliás comum na época, sob pseudónimos masculinos













