Notícias
Divulgação CulturalLançamento CD | Sei Sonate per Cembalo | 26 jul . | 18h00 | BNP
Sei Sonate per Cembalo de Alberto José Gomes da Silva
LANÇAMENTO CD | 26 jul. ’18 | 18h00 | Auditório BNP | Entrada livre
As Sei Sonate per Cembalo foram das raras obras para tecla impressas em Portugal durante o século XVIII. Um exemplar da edição setecentista destas obras compostas por Alberto José Gomes da Silva (fl.1758 – †1793) conserva-se atualmente na Biblioteca Nacional de Portugal e foi incluído no livro Tesouros da Biblioteca Nacional. A cravista e musicóloga Mafalda Nejmeddine vem dar a conhecer a primeira edição discográfica integral desta coleção de sonatas interpretada, pela cravista, num cravo português construído na época por José Calisto que se encontra atualmente preservado no National Music Museum em Vermillion (South Dakota, Estados Unidos da América). As características organológicas deste cravo permitem uma aproximação da edição discográfica ao ambiente sonoro da época em que as sonatas foram compostas e publicadas.
O projeto de edição discográfica das sonatas de Gomes da Silva surgiu na sequência de vários trabalhos realizados pela intérprete em torno do compositor e das suas obras, nomeadamente a publicação de um artigo sobre o seu tratado de baixo contínuo (Revista APEM, 2000), a realização de um estudo monográfico sobre a coleção Sei Sonate per Cembalo (ESML, 2001), a edição moderna da partitura das sonatas (Scala Aretina, 2003), a sua apresentação em congresso (FIMTE, 2007), em vários recitais e conferências-concerto bem como a realização de um estudo analítico das sonatas e várias pesquisas biográficas sobre o compositor como parte integrante da sua tese de doutoramento (Universidade de Évora, 2015).
A edição discográfica Sei Sonate per Cembalo de Alberto José Gomes da Silva contou com o apoio da Fundação GDA, do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical – Polo Universidade de Évora, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, do National Music Museum e da Biblioteca Nacional de Portugal.
A sessão de lançamento da edição discográfica será apresentada por Gerhard Doderer na presença da intérprete. Nesta sessão será projetado um filme documentário que nos leva numa viagem que começa nos arquivos guardados em instituições, que preservam o património musical e histórico de Portugal, e termina no National Music Museum em Vermillion onde foram gravadas pela primeira vez estas obras.
Fonte: bnportugal.pt
CCB | Momento 1910 > Debate – dia 9 de outubro às 18h | Filme/Concerto – dia 10 de outubro às 21h
A originalidade deste espetáculo assenta na utilização conjugada de parte de dois acervos riquíssimos da nossa herança histórica comum: imagens do monumental espólio fotográfico de Joshua Benoliel e obras do incontornável compositor Luís de Freitas Branco, tocadas no momento pela Orquestra Melleo Harmonia
CCB | Ciclo Marte 2030 > Sessão 1: Vida em Marte, dia 13 de outubro às 21h na Sala Luís de Freitas Branco
Depois da Terra, o planeta vermelho é o corpo do Sistema Solar onde é mais provável ter já existido vida. Será possível os humanos viverem em Marte? Esta e outras questões serão debatidas pela astrobióloga Zita Martins e pelo microbiólogo Adriano Henriques, na primeira sessão, Vida em Marte, com moderação da jornalista Teresa Firmino (Público)
Visita guiada | As mil e uma noites em Portugal | 27 set. | 17h30 | BNP
A exposição pretende redescobrir e valorizar a presença, em Portugal, do conjunto de contos, quase todos de origem árabe medieval, conhecido pelo título de As mil e uma noites. Nela se reúnem, tanto traduções lusas d’As mil e uma noites, como imagens do vasto património cultural – bibliográfico, cinematográfico, teatral e de outras expressões artísticas – inspirado por esta obra, em Portugal
Exposição | A fábrica de sonhos: os primeiros 25 anos da Agência Portuguesa de Revistas | 27 set. | 18h00 | BNP
A Agência Portuguesa de Revistas foi fundada em 1948 por Mário de Aguiar e António Joaquim Dias. A Agência, nome pelo qual era simplesmente conhecida no meio editorial e pelo grande público, é hoje um nome quase desconhecido das gerações posteriores à sua extinção em 1987, no entanto, no Portugal dos anos 60, as suas publicações estavam por todo o lado: mais de 50 títulos diferentes, entre revistas e romances seriados, com uma tiragem combinada de mais de um milhão de exemplares mensais, como proclamava a publicidade da época













