Notícias
Divulgação Cultural“O Nariz” de Nikolai Gogol
“O Nariz” de Nikolai Gogol, autor clássico da literatura russa vai a palco pelo Teatro das Nações, no IPDJ do Parque das Nações nos dias 5 (21h00) e 6 de julho de 2025 (18h00).
Com a encenação de Catarina Vargas, o conto do autor, cuja nacionalidade é ainda hoje disputada pela Rússia e a Ucrânia, uma vez que aquando o seu nascimento a cidade Natal pertencia a território atualmente ucraniano, mas na altura do Império Russo, transporta-nos para um universo que explora a ridícula situação de alguém que acorda sem nariz, que, por sua vez ganha vida própria e sobre na hierarquia social.
Esta sátira, escrita por Gogol, durante uma estadia em São Petersburgo, é uma obra que pretende criticar a burocracia czarista, do século XIX, com humor mordaz e ecos da sua própria insegurança física.
A entrada é gratuita, apenas sujeita à lotação do espaço. Pode consultar a folha de sala em http://bit.ly/FS_nariz.
Fonte: www.jf-parquedasnacoes.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
ADIAMENTO – Conferência | Ciclo Literatura Escrita por Mulheres: Ursula Kroeber Le Guin | 27 set. | 18h00 | BNP
A História tem vindo a ser escrita ao longo do tempo como um construto que generaliza a vivência humana através da padronização do e no masculino. História sem género, dir-se-ia, mas que afinal exclui as mulheres da história. A historiografia tem construído barreiras de análise cultural, social, religiosa e política que excluem as mulheres.
Orquestra na rentrée · 10 setembro
A Orquestra Sinfónica, dirigida pelo seu maestro titular Stefan Blunier, reentra na temporada trazendo algumas das páginas mais célebres do repertório operático italiano, que nos transportam para o drama de Nabucco, rei da Babilónia, para um duelo numa pacata aldeia siciliana ou ainda para uma trama que tem como protagonista a princesa etíope Aida.
Visita guiada | Exposição A diáspora da palavra | 9 set. | 16h00 | BNP
A cultura portuguesa no século XVI conheceu o mundo. Muitas são as obras escritas por portugueses – de grandes livros a pequenos textos, passando por poemas isolados – que foram impressas além-fronteiras. Umas acompanharam a diáspora dos seus autores, outras foram aí produzidas por razões económicas ou por interesse dos locais nos escritos desses portugueses – uns vivos, outros mortos.
Visitas guiadas | Exposição 100 anos Nadir | 8 e 15 set. | 15h30 | BNP
O homem volta-se para a geometria como as plantas se voltam para o sol: é a mesma necessidade de clareza e todas as culturas foram iluminadas pela geometria, cujas formas despertam no espírito um sentimento de exatidão e de evidência absoluta.













