Notícias
Divulgação Cultural“O Nariz” de Nikolai Gogol
“O Nariz” de Nikolai Gogol, autor clássico da literatura russa vai a palco pelo Teatro das Nações, no IPDJ do Parque das Nações nos dias 5 (21h00) e 6 de julho de 2025 (18h00).
Com a encenação de Catarina Vargas, o conto do autor, cuja nacionalidade é ainda hoje disputada pela Rússia e a Ucrânia, uma vez que aquando o seu nascimento a cidade Natal pertencia a território atualmente ucraniano, mas na altura do Império Russo, transporta-nos para um universo que explora a ridícula situação de alguém que acorda sem nariz, que, por sua vez ganha vida própria e sobre na hierarquia social.
Esta sátira, escrita por Gogol, durante uma estadia em São Petersburgo, é uma obra que pretende criticar a burocracia czarista, do século XIX, com humor mordaz e ecos da sua própria insegurança física.
A entrada é gratuita, apenas sujeita à lotação do espaço. Pode consultar a folha de sala em http://bit.ly/FS_nariz.
Fonte: www.jf-parquedasnacoes.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
ENC: Fatias de Cá • Teatro • SALAZAR
SALAZAR 1926-1937 – Sextas • maio/junho • 19h19 – Câmara do Comércio – Acesso: 33,33€ (inclui jantar da “outra senhora”)
“Do Passado à Actualidade” – Exposição de Arlinda Frota
Inauguração dia 9 de Maio de 2018 (Quarta-feira), 18.30h – Albergue SCM – Galeria D1
CCB | Ciclo de Conferências – Fernão Mendes Pinto, Peregrinação > 7, 14, 21, 28 de maio às 18h Centro de Congressos e Reuniões
Ciclo de conferências centradas na importância e influência da obra Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto (1509-1583), relato da sua viagem inesperada à Índia, ao Pacífico e à China
Simpósio Internacional | Jaime Cortesão: escritos e geografias do exílio | 10-11 maio | BNP
A Biblioteca Nacional de Portugal acolhe um Simpósio Internacional consagrado à figura e à obra de Jaime Cortesão. Esta iniciativa está centrada na acção cívica e na obra científica que Jaime Cortesão realizou durante as cerca de três décadas em que permaneceu exilado na sequência da instauração da ditadura em Portugal e do seu saneamento compulsivo do cargo de Director da Biblioteca Nacional de Lisboa, em 1927













