Notícias
Divulgação Cultural
Ensaio Aberto – parte 2 | Os Músicos do Tejo na BNP | 26 nov. | 17h30 | BNP
Os Músicos do Tejo na BNP
ENSAIO ABERTO – parte 2 | 26 nov. ’20 | 17h30 | Átrio do Anfiteatro | Entrada livre (limitada a 13 lugares, com inscrição prévia para rel_publicas@bnportugal.gov.pt)
Os Músicos do Tejo
Álvaro Pinto | violino
Raquel Cravino | violino
Lígia Vareiro | violino
Nuno Mendes | violino e viola
Marcos Magalhães | cravo e direção
Neste segundo ensaio aberto vamos reunir-nos novamente em torno da música e falar de vários sentidos do trabalho e da dedicação a esta arte. Com cravo e três instrumentistas de corda, as combinações e possibilidades multiplicam-se. A música a tocar e comentar será uma surpresa, mas podemos já adiantar que a obra de um obscuro e caprichoso músico português do século XVIII – o Abade Costa – marcará presença.
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
ENC: Curso | Al-Andalus e legado arábico-islâmico em Portugal (10-24 nov.)
Objetivo deste curso é aprofundar os conhecimentos históricos, culturais e de ciência das religiões sobre o período em que a Península Ibérica se encontrou habitada e governada por muçulmanos, desde 711 até 1492. Em Portugal, esta presença deixou rastos significativos, quer no chamado património material (arquitetura, arte, etc.), quer no imaterial (língua, tradições literárias, etc.)
“REENCONTRO DE DUAS PINTORAS” – Ana Borges e Neusa Serôdio
“REENCONTRO DE DUAS PINTORAS” – Ana Borges e Neusa Serôdio
Lançamento CD | Alexandre Delgado – O doido e a morte | 13 nov. | 18h00 | BNP
Poderá o ouvinte deixar-se levar pelas explosivas ameaças do Sr. Milhões de Raul Brandão, pelo brilhante e corrosivo humor da música de Alexandre Delgado? O doido e a morte, escrita há vinte e cinco anos, é, de facto, uma das óperas portuguesas mais representadas nas últimas décadas e uma das mais bem recebidas pela crítica nacional e internacional
CCB | Dia Literário Ferreira de Castro > dia 10 de novembro às 15h > Centro de Congressos e Reuniões
Ferreira de Castro (1898-1974) continua a ser um dos autores portugueses com maior divulgação internacional, merecendo a sua obra uma releitura atenta e uma revisitação necessária. Lembremo-nos de A Selva (1930), a sua obra mais conhecida e com inequívoca densidade literária, cultural e humana













