Notícias
Divulgação Cultural
Ensaio Aberto – parte 2 | Os Músicos do Tejo na BNP | 26 nov. | 17h30 | BNP
Os Músicos do Tejo na BNP
ENSAIO ABERTO – parte 2 | 26 nov. ’20 | 17h30 | Átrio do Anfiteatro | Entrada livre (limitada a 13 lugares, com inscrição prévia para rel_publicas@bnportugal.gov.pt)
Os Músicos do Tejo
Álvaro Pinto | violino
Raquel Cravino | violino
Lígia Vareiro | violino
Nuno Mendes | violino e viola
Marcos Magalhães | cravo e direção
Neste segundo ensaio aberto vamos reunir-nos novamente em torno da música e falar de vários sentidos do trabalho e da dedicação a esta arte. Com cravo e três instrumentistas de corda, as combinações e possibilidades multiplicam-se. A música a tocar e comentar será uma surpresa, mas podemos já adiantar que a obra de um obscuro e caprichoso músico português do século XVIII – o Abade Costa – marcará presença.
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Encontro “30 Anos de Recuperação de Jardins Históricos em Portugal” – 23/11/2018
Em 2018, Ano Europeu do Património Cultural, completam-se 30 anos sobre o lançamento do primeiro Programa de Recuperação de Jardins Históricos em Portugal, uma iniciativa conjunta do Instituto Português do Património Cultural e da Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas
Projeção de Documentário | Eternal Forest Portugal | 19-26 nov. | 10h00 / 14h30 | BNP
Eternal Forest é um documentário de Evgenia Emets, de 40 minutos, filmado em junho deste ano em Góis, Lousã e Arganil, regiões fortemente afetadas pelos incêndios de outubro de 2017
18 Novembro | A QUATRO MÃOS – SOLISTAS DA METROPOLITANA | Entrada gratuita
Johann Christian Bach, o filho mais novo de Johann Sebastian, foi um dos principais protagonistas da transição entre os períodos barroco e clássico. Como exemplo, quando compunha para cravo ou piano-forte, explorava distintamente as particularidades técnicas e expressivas de cada um dos instrumentos
CCB | Conferência “A Cor do Poder” – Maria de Fátima Bonifácio, dia 15 de novembro às 18h > Centro de Congressos e Reuniões
O Poder não tem cor. Como aliás não tem cheiro, nem forma concreta definida e visível. E, no entanto, palpa-se, agarra-se, conquista-se e exerce-se. A mira do Poder inebria, por vezes enlouquece













