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Divulgação CulturalCCB | Ciclo Os Grandes Conflitos da História – Da Idade Média ao século XX > janeiro a março, sábados às 12:00
Os Grandes Conflitos da História – Da Idade Média ao século XX
5, 12, 19, 26 janeiro | 2, 9, 16, 23 fevereiro | 9 março 2019 | 12:00 Centro de Congressos e Reuniões
Conceção e orientação: Bernardo Vasconcelos e Sousa, Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos
Porque há tantos castelos em Portugal? Porque é que tantas datas da história de Portugal são datas de batalhas? Na Europa, os conflitos militares foram um fator decisivo na evolução dos Estados, na transformação das sociedades e na definição das culturas. É impossível compreender a história europeia sem falar da «guerra dos cem anos» dos séculos XIV e XV, das «guerras de religião» dos séculos XVI e XVII, ou das «guerras mundiais» do século XX. As guerras inspiraram obras de arte, da Canção de Rolando à Guernica de Picasso, marcaram territórios e paisagens, e foram a origem de muitas expressões e costumes.
O objetivo destas palestras não é simplesmente descrever os grandes conflitos, mas usá-los para reexaminar a história política, social e cultural da Europa desde a Idade Média.
Produção | CCB »
ENC: Fatias de Cá • Teatro • SALAZAR
SALAZAR 1926-1937 – Sextas • maio/junho • 19h19 – Câmara do Comércio – Acesso: 33,33€ (inclui jantar da “outra senhora”)
“Do Passado à Actualidade” – Exposição de Arlinda Frota
Inauguração dia 9 de Maio de 2018 (Quarta-feira), 18.30h – Albergue SCM – Galeria D1
CCB | Ciclo de Conferências – Fernão Mendes Pinto, Peregrinação > 7, 14, 21, 28 de maio às 18h Centro de Congressos e Reuniões
Ciclo de conferências centradas na importância e influência da obra Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto (1509-1583), relato da sua viagem inesperada à Índia, ao Pacífico e à China
Simpósio Internacional | Jaime Cortesão: escritos e geografias do exílio | 10-11 maio | BNP
A Biblioteca Nacional de Portugal acolhe um Simpósio Internacional consagrado à figura e à obra de Jaime Cortesão. Esta iniciativa está centrada na acção cívica e na obra científica que Jaime Cortesão realizou durante as cerca de três décadas em que permaneceu exilado na sequência da instauração da ditadura em Portugal e do seu saneamento compulsivo do cargo de Director da Biblioteca Nacional de Lisboa, em 1927













