Notícias
Divulgação CulturalCongresso | Francisco de Holanda: arte e teoria no Renascimento europeu | 22 – 23 nov. – FC Gulbenkian | 24 nov. – BNP
CONGRESSO INTERNACIONAL «FRANCISCO DE HOLANDA (C. 1518-1584): ARTE E TEORIA DO RENASCIMENTO EUROPEU»
22 a 24 de novembro de 2018 | Fundação Calouste Gulbenkian e Biblioteca Nacional de Portugal
Promovido por dois centros de investigação da Universidade de Lisboa, o CIEBA (FBAUL) e o ARTIS-IHA (FLUL), este congresso internacional assinala o 5º centenário do nascimento daquele que é figura ilustre da arte portuguesa do século XVI e, como teórico das artes, um nome de vasta repercussão internacional.
Organização
CIEBA – Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes, FBAUL
ARTIS – Instituto de História da Arte, FLUL
Outros artigos em Divulgação Cultural:
CICLO DE SEMINÁRIOS | Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras | Fernando Pessoa e a estética da abdicação | 24 jun. ’26 | 14h30
É possível enunciar uma teoria estética a partir dos escritos de Fernando Pessoa? O presente trabalho procura responder a esta questão, tomando como ponto de partida o Livro do Desassossego e os textos teóricos sobre literatura redigidos por Pessoa
VISITAS GUIADAS – JUNHO | No Rasto de Luís de Camões
Poucos autores terão deixado um rasto tão longo e tão profundo na memória coletiva como Luís Vaz de Camões. Os primeiros usos coletivos da biografia e da obra camonianas datam do início do século XVII, do tempo da Monarquia Dual.
COLÓQUIO INTERNACIONAL | Línguas e mundo: Empresas de tradução de saberes (…) | 28-29 maio ’26 | 15h00 (dia 28) – 09h30 (dia 29) | Auditório
O encontro «Línguas e mundo: Empresas de tradução de saberes e políticas imperiais no século XVI» pretende debater, a partir de diferentes perspetivas disciplinares e metodológicas, a complexidade do processo de tradução no âmbito das instituições imperiais, nas suas diversas escalas de atuação
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL | Literatura e Sociedade | 14-16 maio | 09h30 | Auditório | Entrada Livre
As ciências sociais podem ser literárias, propôs Ivan Jablonka, com o derrubamento da fronteira entre a literatura e a História.













