Notícias
Divulgação CulturalTributo a D. Helena · 25-27 Mai
Tributo a D. Helena · 25-27 Mai
O piano celebra-se no fim-de-semana em que Helena Sá e Costa, pedagoga e concertista portuense, completaria 105 anos. A homenagem começa e termina com o maestro-pianista Christian Zacharias – primeiro junto da Orquestra Sinfónica, num programa que inclui um Concerto para piano de Mozart, e depois num recital a solo com Bach, Haydn e Schubert, a encerrar mais uma impressionante maratona de teclistas, participada por centenas de jovens pianistas, organistas e cravistas. Pelo meio, na tarde de sábado, há ainda o espectáculo Piano Caos, do Serviço Educativo.
Saber mais: casadamusica.com
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Lançamento CD / Recital | Francisco Benetó – Obras completas para violino e piano | 8 nov. | 18h00 | BNP
Nome praticamente desconhecido actualmente, Francisco Benetó (1877-1945) foi um dos violinistas mais famosos do seu tempo. Nascido em Valência, Espanha, e com um percurso fulgurante em Paris, acaba por fixar residência em Lisboa onde assume lugar de destaque como solista e como concertino em orquestras dirigidas por Michel’angelo Lambertini, David de Souza, Vianna da Motta e Ivo Cruz
Sítio Web | Diário da Grande Guerra: testemunhos portugueses | novembro de 1918
Biblioteca Nacional de Portugal
Pré-lançamento CD / Recital | Eurico Carrapatoso – In illo Tempore | 6 nov. | 13h00 | BNP
Sobre In illo tempore assim escreveu Eurico Carrapatoso: O peso da história exerce uma enorme pressão: como a água dos mares a grandes profundidades. […] Resolvi não baixar os braços. Antes cantar a memória daqueles mestres amados. O mais sabemos já: a sua música resulta sempre qual fresca e divertida reflexão sobre uma herança de séculos de música
CCB | Ciclo Os Portugueses na China > Dias 6, 12, 19 novembro e 3 dezembro | 18h00
No início do século XVI, a China era o maior consumidor de especiarias do globo e um século atrás tinha sido a maior potência naval do mundo. Tendo interrompido a sua intervenção no Oceano Índico, os chineses deixaram espaço para o progresso da islamização dos mares da Ásia e para a criação do Estado da Índia













