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Divulgação CulturalCCB | Ciclo de Conferências – Fernão Mendes Pinto, Peregrinação > 7, 14, 21, 28 de maio às 18h Centro de Congressos e Reuniões
Ciclo de Conferências – Fernão Mendes Pinto, Peregrinação
7, 14, 21, 28 de maio às 18h – Centro de Congressos e Reuniões – M/6
Conceção e orientação Maria Alzira Seixo
Ciclo de conferências centradas na importância e influência da obra Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto (1509-1583), relato da sua viagem inesperada à Índia, ao Pacífico e à China, onde dá com uma utopia social surpreendente, e alcança o Japão, suscitando espanto e louvores. Enfrenta costumes bizarros em paisagens diversas, com governantes e mercadores de um viver audaz e cruel. Entre piratas e negociantes, cenas bárbaras e lances audaciosos, exibe-se uma prosa empenhada mas faceira, de um séc. XVII diferente na literatura europeia.
Produção | CCB
ENC: Curso | Al-Andalus e legado arábico-islâmico em Portugal (10-24 nov.)
Objetivo deste curso é aprofundar os conhecimentos históricos, culturais e de ciência das religiões sobre o período em que a Península Ibérica se encontrou habitada e governada por muçulmanos, desde 711 até 1492. Em Portugal, esta presença deixou rastos significativos, quer no chamado património material (arquitetura, arte, etc.), quer no imaterial (língua, tradições literárias, etc.)
“REENCONTRO DE DUAS PINTORAS” – Ana Borges e Neusa Serôdio
“REENCONTRO DE DUAS PINTORAS” – Ana Borges e Neusa Serôdio
Lançamento CD | Alexandre Delgado – O doido e a morte | 13 nov. | 18h00 | BNP
Poderá o ouvinte deixar-se levar pelas explosivas ameaças do Sr. Milhões de Raul Brandão, pelo brilhante e corrosivo humor da música de Alexandre Delgado? O doido e a morte, escrita há vinte e cinco anos, é, de facto, uma das óperas portuguesas mais representadas nas últimas décadas e uma das mais bem recebidas pela crítica nacional e internacional
CCB | Dia Literário Ferreira de Castro > dia 10 de novembro às 15h > Centro de Congressos e Reuniões
Ferreira de Castro (1898-1974) continua a ser um dos autores portugueses com maior divulgação internacional, merecendo a sua obra uma releitura atenta e uma revisitação necessária. Lembremo-nos de A Selva (1930), a sua obra mais conhecida e com inequívoca densidade literária, cultural e humana













