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Divulgação Cultural

Sessão / Visita guiada | A arte e as histórias de Eduardo Teixeira Coelho | 13 mar. | 17h00 | BNP

Sessão / Visita guiada | A arte e as histórias de Eduardo Teixeira Coelho | 13 mar. | 17h00 | BNP

Antes e depois do adeus
Centenário de Eduardo Teixeira Coelho

EXPOSIÇÃO | 5 fev. – 20 abr. ’19 | Galeria do Auditório | Entrada livre
SESSÃO com VISITA GUIADA | 13 mar. | 17h00 | Auditório | Entrada livre

A arte e as histórias de Eduardo Teixeira Coelho13 mar. | 17h00
/ Visita guiada por José Ruy e João Manuel Mimoso
/ Sessão evocativa com José Ruy, Carlos Gonçalves, António Martinó de Azevedo Coutinho e João Manuel Mimoso

Definindo arte como expressão da capacidade criativa e da imaginação à produção de um trabalho, tipicamente sob uma forma visual, para ser apreciado primariamente pela sua beleza ou poder emocional, é inegável que alguns autores de banda desenhada atingiram o nível que permite olhá-los como artistas. Destes existe uma pequena elite reconhecida internacionalmente – os melhores dos melhores – à qual pertence Eduardo Teixeira Coelho.

Nascido em 1919, na Ilha Terceira, ETC – como muitas vezes assinou os seus trabalhos – percorreu uma carreira de desenhador e argumentista iniciada e desenvolvida em Portugal, principalmente n’O Mosquito, e continuada em Espanha, Inglaterra, França e em Itália, onde veio a falecer em 2005.

 

A arte e as histórias de Eduardo Teixeira CoelhoEm Portugal é particularmente lembrado por O Caminho do Oriente, publicado n’O Mosquito desde o Verão de 1946, até ao Verão de 1948, em que, com texto de Raul Correia, segue a viagem de Vasco da Gama pelos olhos de um pequeno grumete de bordo que se envolve em aventuras em cada porto e consegue sempre estar presente nos momentos capitais. Em França é sobretudo lembrado por Ragnar o Viking, personagem cujas aventuras, com texto de Jean Ollivier, desenhou para a revista Vaillant desde 1955 até 1969. Mas quando saiu de Portugal, em 1955, deixou-nos trabalhos que nunca ultrapassou: além de O Caminho do Oriente, Falcão Negro, A Lei da Selva, Lobo Cinzento, a chamada Trilogia das Mouras, A Morte do Lidador, …

A mostra é comissariada por José Ruy, que colaborou com ETC no seu período português, Carlos Gonçalves e João Manuel Mimoso, do Clube Português de Banda Desenhada.

Fonte: bnportugal.pt

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Fernão de Magalhães é provavelmente um dos mais célebres navegadores portugueses de todos os tempos, pela sua ligação à primeira viagem de circumnavegação do globo terrestre. Depois de uma carreira mais ou menos discreta ao serviço de el-rei D. Manuel I, que o levou nos inícios do século XVI a terras do Oriente e também a Marrocos, passou a Espanha em finais de 1517, incompatibilizado com o monarca português, que lhe recusara a mercê a que julgava ter direito pelos serviços prestados à coroa lusitana

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