Notícias
Divulgação CulturalEncontro Anual IHC | Futuros da História | História Contemporânea | 15 nov. | 9h30 | BNP
Futuros da História | História Contemporânea
ENCONTRO ANUAL IHC | 15 nov. ’18 | 09h30 | Auditório / Sala Multimédia / Sala de Formação | Entrada livre
Esta edição do encontro anual Futuros da História é inteiramente dedicada a identificar e discutir novos desafios que se colocam aos investigadores especializados no estudo do período contemporâneo. A partir de 2019, o Instituto de História Contemporânea, no quadro do seu projeto estratégico, passará a acolher cinco novas linhas temáticas de investigação, que irão procurar construir pontes entre os diferentes grupos do Instituto, assim como aproximar o Instituto de colegas de outros centros de investigação nacionais e internacionais, no campo da História, como no de outras disciplinas, das Ciências Sociais às Ciências Naturais. No decurso do dia, uma parte do programa de trabalhos será exclusivamente dedicado à apresentação destas novas linhas temáticas e à discussão das possibilidades que as mesmas abrem. Haverá também uma mesa-redonda especificamente dedicada a debater o estado da investigação em torno do Portugal Contemporâneo, bem como uma conferência em torno das relações entre os historiadores e os estados ao longo das últimas décadas. O dia terminará com o lançamento dos primeiros livros a publicar pela recém-criada Imprensa de História Contemporânea.
Organização: Instituto de História Contemporânea (IHC-NOVA FCSH)
Programa
09h30 | Auditório – Abertura dos trabalhos, pela direção do IHC
09h45 | Novas linhas temáticas do IHC
Auditório – Usos do Passado: Memória e Património Cultural. Com PAULA GODINHO (coordenadora da linha) e MIGUEL CARDINA (CES-UC).
Sala Multimédia – Colonialismo, Anticolonialismo e Pós-colonialismo. Com PEDRO AIRES OLIVEIRA (coordenador da linha) e CRISTINA NOGUEIRA DA SILVA (NOVA Direito)
11h15 | pausa para café
11h30 | A História do Portugal Contemporâneo, Estado da Questão
Auditório – Mesa-Redonda com ANTÓNIO COSTA PINTO (ICS-UL), FÁTIMA SÁ E MELO FERREIRA (ISCTE-IUL) e FERNANDO ROSAS (IHC).
13h00 | pausa para almoço
14h45 | Auditório – State-sponsored History after 1945, conferência por BERBER BEVERNAGE (Ghent University).
16h15 | pausa para café
16h30 | Novas linhas temáticas do IHC
Auditório – Mediações Modernas: Arte, Tecnologia e Comunicação. Com intervenções iniciais de TIAGO BAPTISTA (Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, investigador do IHC) e MANUEL DENIZ SILVA (musicólogo, investigador do CESEM-NOVA).
Sala Multimédia – Mundos Precários e Sustentabilidade: Natureza, Saúde e Trabalho. Com intervenções iniciais de ANA ISABEL QUEIROZ (coordenadora da linha) e MARCO ARMIERO (KTH Royal Institute of Technology, Suécia).
Sala de Formação – Histórias Conectadas: Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política. Com intervenções iniciais de MANUEL LOFF (coordenador da linha) e JOÃO RODRIGUES (CES-UC).
18h00 | Auditório – Apresentação da Imprensa de História Contemporânea, por PAULO JORGE FERNANDES (IHC)
Será servido um Porto de Honra
Fonte: bnportugal.pt
Recital “Do Divino ao Humano” | Fundação Eng. António de Almeida | 24.09.2026
A Fundação Eng. António de Almeida, convida para o Recital “Do Divino ao Humano” que terá lugar no próximo dia 24 de setembro (quinta-feira), pelas 21h30, no Auditório da Fundação.
EXPOSIÇÃO no ACMP de MANUELA LIMA – CERAMISTA
EXPOSIÇÃO no ACMP de MANUELA LIMA - CERAMISTA CONVITE O ACMP vem convidar para a nova exposição da médica pintora e ceramista, MANUELA LIMA, onde se podem apreciar os mais recentes trabalhos de pintura sobre azulejos vidrados, numa renovada experiência estética e...
CICLO DE SEMINÁRIOS | Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras | Fernando Pessoa e a estética da abdicação | 24 jun. ’26 | 14h30
É possível enunciar uma teoria estética a partir dos escritos de Fernando Pessoa? O presente trabalho procura responder a esta questão, tomando como ponto de partida o Livro do Desassossego e os textos teóricos sobre literatura redigidos por Pessoa
VISITAS GUIADAS – JUNHO | No Rasto de Luís de Camões
Poucos autores terão deixado um rasto tão longo e tão profundo na memória coletiva como Luís Vaz de Camões. Os primeiros usos coletivos da biografia e da obra camonianas datam do início do século XVII, do tempo da Monarquia Dual.













