Notícias
Divulgação CulturalCICLO DE SEMINÁRIOS | Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras – Anima, spiritus, mens, flatus, aer, halitus.(…) | 30 set.’26 | 14h30 | Sala Multimedia
Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras
Anima, animus, spiritus, mens, flatus, aer, halitus… – A terminologia da alma na “Philosophia Libera” (1673) de Isaac Cardoso
CICLO DE SEMINÁRIOS | 30 set. ’26 | 14h30-16h30 | Sala Multimédia | Entrada livre
Resumo
Pode a multiplicidade de nomes designar uma alma que se pretende una? Partindo dos Livros V e VI da Philosophia Libera (1673), de Isaac Cardoso, propõe-se uma análise da rede terminológica através da qual o autor descreve e conceptualiza a alma, a sua natureza e as suas operações. O ponto de partida é a afirmação “cardosiana” nomina sunt muneris, non naturae, que permite observar a relação entre diversidade terminológica e unidade da alma. Serão considerados, em particular, os termos anima, animus, spiritus, mens, ratio e intellectus, bem como flatus, aer, halitus e vapor, procurando determinar os respetivos valores semânticos e as relações que estabelecem entre os domínios vital, fisiológico, sensitivo, intelectivo e metafísico. Procurar-se-á, deste modo, mostrar como a terminologia da alma permite reconhecer as fronteiras entre o corpóreo e o incorpóreo e a fisiologia e a metafísica.
Sobre a autora
Luciana Braga foi bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2020-2023) em Estudos da Cultura – Línguas e Culturas Clássicas. Licenciou-se em Ciências Psicológicas (2010) e em Estudos Portugueses e Lusófonos (2015), na Universidade do Minho. Colaborou em diversos projetos no Centro de Literaturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL), no Centro de Estudos Mirandinos (CEM) e no Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos (CECH, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra).
PRÓXIMAS SESSÕES
19 outubro | O feminino na ruptura do feitiço – A partir d’Esse obscuro objeto de desejo, de Buñuel (1977) | Joana Lamas
23 novembro | D. Quixote e a doença da literatura: apontamentos sobre crença, meta-ficção e mania | Paulo Bugalho
14 dezembro | Significado e valor do “feral” | Jorge Croce Rivera
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Soirée “Belle-Époque” – Concerto de Flauta e Harpa pelo Duo Solar
Lembra-se de ouvir o som da harpa? E o da flauta? Imagine a beleza de ouvir tocar estes dois instrumentos tão especiais, ao vivo, sem microfones, numa sala do século XVII…
Curso Livre “Encontros com a Pintura Europeia I – O que nos contam as Imagens?”
O Curso livre “Encontros com a Pintura Europeia I – O que nos contam as Imagens?” organiza-se em 4 sessões de 3 horas (com um untervalo de 30 minutos) e aborda a evolução da Pintura Europeia da Idade Média ao início do século XVII
Mostra | Tomás da Fonseca (1877-1968) | 10 fev. – 10 mar. | BNP
Nascido num pequeno povoado da Serra do Caramulo em 10 de março de 1877, seminarista que veio a tornar-se ateu, anticlerical e republicano, maçon que teve simpatias comunistas, José Tomás da Fonseca teve um percurso político multifacetado e intenso desde a preparação ideológica republicana à oposição ao sidonismo e ao salazarismo
Nureyev no espólio de Alberto de Lacerda
Alberto de Lacerda contava que, ainda adolescente, comprara num alfarrabista de Lourenço Marques um exemplar meio amarrotado da autobiografia de Isadora Duncan e que, a partir desse momento, algo de inesperado surgira na sua vida: a paixão pela dança













