Notícias
Divulgação CulturalEXPOSIÇÕES BNP | Inauguração | 5 de maio ’26 | 10h00 | Auditório | Entrada livre
A Biblioteca Nacional de Portugal inaugura, no próximo dia 5 de maio, pelas 10h00, duas exposições dedicadas a Luís de Camões.
No Rasto de Luís de Camões é uma grande exposição que procura dar a ver o modo como a memória de Luís de Camões se foi construindo ao longo do tempo. Uma revisitação da vida e da obra do poeta, que põe em evidência as inovações técnicas e científicas que a sua obra convoca. Organizada em 4 núcleos expositivos, a exposição tem curadoria de Vanda Anastácio.
A vida do autor de Os Lusíadas foi marcada por viagens, incertezas e conquistas. A exposição Onde Terá Segura a Curta Vida? Camões e a Vida como Viagem aborda a vida como travessia, revelando a fragilidade humana, o risco de naufrágio e a necessidade de perseverança, esperança e abertura ao mundo. A exposição, apresentada na sede da Unesco – Paris, em 2025, é comissariada por Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale.
O desenho expositivo é de Francisco Aires Mateus e o grafismo de Pedro Falcão.
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Colóquio | Manuel Bandeira | 15 nov. | 10h00 | BNP
Encontro organizado pelo IELT (FCSH NOVA) sobre o poeta, crítico literário e de arte, professor e tradutor brasileiro, Manuel Bandeira (1886-1968), da geração de 1922 do modernismo no Brasil
Cerimonia de apresentacao do Livro: “A relação médico-doente: um contributo da Ordem dos Medicos”
Não podemos permitir que a relação médico-doente se torne um desencontro mediado por tecnologias, sem qualquer humanismo
Lançamento | Quatro itinerários anarquistas: Botelho, Quintal, Santana e Aquino | 12 nov. | 18h00 | BNP
Associado à Exposição sobre o centenário da criação do jornal A Batalha e da Confederação Geral do Trabalho, patente na BNP até 31 de dezembro do corrente ano, a obra compõe-se de quatro biografias de militantes destacados daquele movimento
Colóquio | A crítica de Jorge de Sena | 6 – 8 nov. | BNP
O colóquio pretende discutir, durante três dias, a produção ensaística de Jorge de Sena, atividade tão profícua quanto a de poeta, como aliás o próprio reconhece num depoimento que escreve em 1976













