Notícias
Divulgação CulturalExposição de Pintura – ALEXANDRA SOARES CORREIA
Alexandra Soares Correia (Lisboa 1968), artista visual, estudou Pintura, Desenho e Ilustração. O seu trabalho é um exercício de puro experimentalismo para encontrar formas e signos que representem o mundo que a rodeia e o seu interior. Utiliza aguarela, guache, tinta-da-china, riscadores e tinta acrílica.
Fez a primeira exposição individual no Museu de Lamego – 2011, expondo agora na Galeria ESPAÇOdARTES do ACMP (Lisboa) – 2026. Tem participado anualmente em exposições coletivas com obras publicadas em catálogo.
Foi selecionada para a 8ª Bienal de Arte Internacional de Espinho – 2025.
Outros artigos em Divulgação Cultural:
MNAA CONVITE | “Apresentação das Novas Salas de Mobiliário Português”
As salas da exposição permanente de Mobiliário Português (Piso 1, salas 36-44) reabrem ao público após uma profunda renovação. Com novas obras expostas, novas informações e nova museografia
ENTRADA LIVRE: Concerto de órgão | Igreja de São Vicente de Fora | 14 de Julho, sábado, 17h | Javier Artigas, organista espanhol
Autoridade no campo da interpretação da música ibérica para tecla, Javier Artigas apresenta um panorama da música praticada em Espanha durante o século XVIII. Da escrita cravística do italiano Domenico Scarlatti (que serviu sucessivamente as cortes de Lisboa e Madrid) ao estilo tardio de Ramón Ferreñac
Concerto | Coro ISCTE-IUL | 13 jul. | 18h00 | BNP
Coro ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. A criação de um coro foi o desafio lançado em Setembro de 2015 pela Reitoria do ISCTE-IUL a toda a comunidade deste Instituto. De imediato aderiram várias dezenas de candidatos entre alunos, ex-alunos, docentes, investigadores e demais colaboradores
Agenda digital com a programação do MNAA – Museu Nacional de Arte Antiga para os meses de julho e agosto de 2018
EXPOSIÇÃO: DO TIRAR POLO NATURAL – Inquérito ao retrato português – Num tempo de fluxo incessante de produção e circulação de retratos fotográficos e fílmicos, numa sociedade organizada em redor da imagem mas que, paradoxalmente, a destrói, pelo excesso, é fundamental interrogar a vida das imagens e, em particular, qual o papel do retrato na nossa cultura













