Notícias
Divulgação Cultural
Richard Bona Quintet – 09 Fev · Ciclo Jazz
Já lhe chamaram o “Sting africano”, já o elegeram como a reencarnação de Jaco Pastorius, mas o estilo singular e electrizante de Richard Bona colocam-no para lá de qualquer comparação. Um músico autêntico, de voz cativante e técnica virtuosa no baixo, fabuloso criador de canções e sempre fiel às suas raízes. Nascido e criado nos Camarões, Richard Bona chegou a Nova Iorque em meados dos anos 90 e deslumbrou multidões com o seu som invulgar e a sua presença em palco. Mostrou a sua verdadeira personalidade com uma estreia impressionante, em 1999: Scenes From My Life. Em 2002 percorreu o mundo como membro do Pat Metheny Group, e mais recentemente criou o grupo Mandekan Cubano, que mergulha nas raízes africanas, sul-americanas e cubanas. Com sete álbuns editados e múltiplos prémios, seduz de igual forma os públicos do jazz, da pop, do afro-beat e do funk. Um excelente arranque do Ciclo Jazz 2022.
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Lançamento | Manuel de Arriaga – intervenções parlamentares | 6 mar. | 18h00 | BNP
O presente volume, organizado por Sérgio Campos Matos e Carolina Rufino, publica-se no âmbito das celebrações do Centenário da Morte de Manuel de Arriaga (1917-2017) e traz a público as intervenções que este republicano histórico realizou enquanto deputado
Exposição | O universo dos livros «cartoneros» | 5 mar. | 18h00 | BNP
A história das editoras cartoneras – termo proveniente do espanhol cartón (cartão) – começa com um certa tonalidade de fábula trágica. Um país do hemisfério sul mergulhado em mais uma das suas crises cíclicas: eis o contexto histórico do qual emerge a primeira editora cartonera do mundo
Exposição “REGISTOS NO TEMPO” de Isabel Braga
Inauguração da Exposição “REGISTOS NO TEMPO” de Isabel Braga, no dia 3 de março, às 10h30, no Piso 1 dos Antigos Paços do Concelho, Praça da República, em Viana do Castelo
Concerto | Solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa | Korngold / Lopes-Graça | 2 mar
Compositores Exilados é o mote de um ciclo de concertos que atravessa a Temporada de Música da Metropolitana 2017/18 e que traz a palco obras de compositores silenciados, em pleno século XX, pelos regimes políticos dos países onde viveram e onde exerceram a sua atividade musical













