Notícias
Divulgação Cultural4 FEV | DAUD KHAN SADOZAI: MÚSICA CLÁSSICA AFEGÃ
4 Fevereiro | Auditório | 19.00 | €15
[descontos em vigor]
Daud Kahn Sadozai dedicou a sua carreira a preservar o estilo autêntico do rubab afegão, cujo repertório clássico levou aos principais palcos mundiais. Neste concerto, o mestre Daud Khan Sadozai interpreta temas tradicionais no rubab afegão e no sarod indiano, seu precursor, celebrando as sonoridades do Oriente e as suas raízes comuns.
Concerto integrado no ciclo Músicas Escondidas, dedicado às músicas tradicionais da antiga Rota da Seda.
Duração 75’, sem intervalo | M/6 anos
Outros artigos em Divulgação Cultural:
MNAA CONVITE | “Apresentação das Novas Salas de Mobiliário Português”
As salas da exposição permanente de Mobiliário Português (Piso 1, salas 36-44) reabrem ao público após uma profunda renovação. Com novas obras expostas, novas informações e nova museografia
ENTRADA LIVRE: Concerto de órgão | Igreja de São Vicente de Fora | 14 de Julho, sábado, 17h | Javier Artigas, organista espanhol
Autoridade no campo da interpretação da música ibérica para tecla, Javier Artigas apresenta um panorama da música praticada em Espanha durante o século XVIII. Da escrita cravística do italiano Domenico Scarlatti (que serviu sucessivamente as cortes de Lisboa e Madrid) ao estilo tardio de Ramón Ferreñac
Concerto | Coro ISCTE-IUL | 13 jul. | 18h00 | BNP
Coro ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. A criação de um coro foi o desafio lançado em Setembro de 2015 pela Reitoria do ISCTE-IUL a toda a comunidade deste Instituto. De imediato aderiram várias dezenas de candidatos entre alunos, ex-alunos, docentes, investigadores e demais colaboradores
Agenda digital com a programação do MNAA – Museu Nacional de Arte Antiga para os meses de julho e agosto de 2018
EXPOSIÇÃO: DO TIRAR POLO NATURAL – Inquérito ao retrato português – Num tempo de fluxo incessante de produção e circulação de retratos fotográficos e fílmicos, numa sociedade organizada em redor da imagem mas que, paradoxalmente, a destrói, pelo excesso, é fundamental interrogar a vida das imagens e, em particular, qual o papel do retrato na nossa cultura













