Notícias
Divulgação Cultural
Conferência online | Ciclo Literatura Escrita por Mulheres | Por entre silêncios e sombras: vozes femininas da Idade Média | 25 fev. | 18h00
https://tinyurl.com/y3d4tuyk
ID da reunião: 893 2419 9377 | Senha de acesso: 850975
Literatura Escrita por Mulheres
Por entre silêncios e sombras: vozes femininas da Idade Média
CICLO DE CONFERÊNCIAS | 25 fev. ’21 | 18h00 |
Evento online via Zoom: https://tinyurl.com/y3d4tuyk
ID da reunião: 893 2419 9377 | Senha de acesso: 850975
Isabel Araújo Branco organiza a edição de 2020/2021 das conferências dedicadas a «Literatura Escrita por Mulheres», a quarta deste ciclo de encontros realizado no âmbito da linha de investigação «História das Mulheres e do Género», do CHAM-Centro de Humanidades NOVA.
A História tem vindo a ser escrita ao longo do tempo como um construto que generaliza a vivência humana através da padronização do e no masculino. História sem género, dir-se-ia, mas que afinal exclui as mulheres da história. A historiografia tem construído barreiras de análise cultural, social, religiosa e política que excluem as mulheres.
Com coordenação de Maria Barreto Dávila, a linha de investigação «História das Mulheres e do Género», do CHAM pretende contrariar esta tendência e constituir-se como uma área de investigação inovadora e multidisciplinar.
Por entre silêncios e sombras: vozes femininas da Idade Média
Num contexto cultural em que as vozes masculinas dominam amplamente o universo literário, o acesso à palavra escrita configurando o próprio espaço do poder, as vozes femininas (frequentemente filtradas ou trasladadas através do discurso masculino) ecoam como vozes discretas, fugidias, oblíquas, muitas vezes anónimas e diluídas, inapreensíveis. As que conseguiram rasgar o silêncio e a sombra, fizeram-no, no entanto, com extraordinária limpidez e profundidade, tanto no registo místico e trovadoresco, como no biográfico, amoroso ou de cariz moral e pedagógico. Proponho aqui dar a ouvir algumas dessas vozes longínquas e inaudíveis, procurando traços e características distintivos de um imaginário feminino da escrita na Idade Média.
Carlos Carreto
Docente da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa onde leciona unidades curriculares dos domínios de estudos literários e de cultura francesa e onde desempenha atualmente as funções de coordenador executivo do Departamento de Línguas, Culturas e Literaturas Modernas e de subcoordenador científico do IELT. Os seus principais campos de lecionação e de investigação incidem sobre as áreas de Literatura Francesa, Teoria da Literatura, Estudos sobre o Imaginário e Estudos Medievais. Para além de investigador integrado do IELT, é também membro colaborador do Instituto de Estudos Medievais (NOVA FCSH), do GRIS-France e investigador associado do LITT&ARTS (Université Grenoble Alpes). Membro fundador e membro permanente da comissão de redação da revista interdisciplinar luso-francesa Sigila e codirector dos Cadernos do CEIL. Revista Multidisciplinar de Estudos sobre o Imaginário, as suas publicações têm incidido sobre as relações dinâmicas entre Tradição, Mito e Literatura, questionando a forma como o imaginário cultural e ideológico dos séculos XII e XIII moldou as conceções, representações e práticas da narrativa desenvolvidas durante esse período.
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Concerto | Coro ISCTE-IUL | 13 jul. | 18h00 | BNP
Coro ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. A criação de um coro foi o desafio lançado em Setembro de 2015 pela Reitoria do ISCTE-IUL a toda a comunidade deste Instituto. De imediato aderiram várias dezenas de candidatos entre alunos, ex-alunos, docentes, investigadores e demais colaboradores
Agenda digital com a programação do MNAA – Museu Nacional de Arte Antiga para os meses de julho e agosto de 2018
EXPOSIÇÃO: DO TIRAR POLO NATURAL – Inquérito ao retrato português – Num tempo de fluxo incessante de produção e circulação de retratos fotográficos e fílmicos, numa sociedade organizada em redor da imagem mas que, paradoxalmente, a destrói, pelo excesso, é fundamental interrogar a vida das imagens e, em particular, qual o papel do retrato na nossa cultura
A Minha Casa é a Tua Casa · 12 a 14 de Julho
Durante o mês de Julho apresentamos três iniciativas que fazem a música entrar por portas inesperadas: primeiro, dia 12, o cenário é uma incrível casa particular bem no centro do Porto; depois, dia 13, a própria Casa da Música de uma forma nunca antes tentada; e, por fim, dia 14, a Praça Doutor José Vieira De Carvalho, na Maia
Exposição : Augusto Abelaira e o continuum narrativo : Hoje : 5 jul. | 18h30
Esta exposição evocativa de Augusto Abelaira (1926-2003) pretende mostrar ao público em geral o seu espólio incorporado na BNP, entre 2004 e 2015, por doação da sua filha, Ana Sílvia Abelaira













