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Divulgação CulturalO Museu em casa | Abril no Museu
Abril no Museu
O Museu em Casa
Este mês, o Museu propõe novas formas interativas de descobrir as suas coleções apesar de estar temporariamente encerrado. Da visita virtual às rubricas Arte Num Minuto ou Uma Coleção com Histórias, o website oferece vários conteúdos que lhe permitem saber mais sobre os nossos acervos. Não deixe também de nos acompanhar nas redes sociais e descubra curiosidades sobre as suas obras preferidas, através dos nossos curadores.
Fonte: gulbenkian.pt
GOOGLE ARTS & CULTURE
Explore as Coleções Gulbenkian através do Google Arts & Culture, parceiro do Museu Gulbenkian, e descubra uma seleção de obras-primas da Coleção do Fundador e um núcleo de peças de Amadeo Souza-Cardoso pertencente à Coleção Moderna.
MNAA CONVITE | “Apresentação das Novas Salas de Mobiliário Português”
As salas da exposição permanente de Mobiliário Português (Piso 1, salas 36-44) reabrem ao público após uma profunda renovação. Com novas obras expostas, novas informações e nova museografia
ENTRADA LIVRE: Concerto de órgão | Igreja de São Vicente de Fora | 14 de Julho, sábado, 17h | Javier Artigas, organista espanhol
Autoridade no campo da interpretação da música ibérica para tecla, Javier Artigas apresenta um panorama da música praticada em Espanha durante o século XVIII. Da escrita cravística do italiano Domenico Scarlatti (que serviu sucessivamente as cortes de Lisboa e Madrid) ao estilo tardio de Ramón Ferreñac
Concerto | Coro ISCTE-IUL | 13 jul. | 18h00 | BNP
Coro ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. A criação de um coro foi o desafio lançado em Setembro de 2015 pela Reitoria do ISCTE-IUL a toda a comunidade deste Instituto. De imediato aderiram várias dezenas de candidatos entre alunos, ex-alunos, docentes, investigadores e demais colaboradores
Agenda digital com a programação do MNAA – Museu Nacional de Arte Antiga para os meses de julho e agosto de 2018
EXPOSIÇÃO: DO TIRAR POLO NATURAL – Inquérito ao retrato português – Num tempo de fluxo incessante de produção e circulação de retratos fotográficos e fílmicos, numa sociedade organizada em redor da imagem mas que, paradoxalmente, a destrói, pelo excesso, é fundamental interrogar a vida das imagens e, em particular, qual o papel do retrato na nossa cultura














