Notícias
Divulgação CulturalMostra | Luisa Ducla Soares: com sonhos e livros se constrói a vida | 11 mar. | 18h00 | BNP
Luisa Ducla Soares: com sonhos e livros se constrói a vida
MOSTRA | 11 mar. ’20 | 18h00 | Sala de Referência | Entrada livre / até 20 jun. ’20
Embora Luísa Ducla Soares seja conhecida sobretudo como escritora de literatura infantil, a sua obra está longe de se lhe circunscrever. Com efeito, nos cerca de 180 livros que a constituem e, eventualmente, em outros tantos textos publicados em revistas e jornais, a autora cultivou géneros literários tão diversificados como a poesia, a crónica, o drama, o ensaio, a tradução (de Pablo Neruda, Saul Bellow e Roald Dahl, entre outros escritores consagrados), o memorialismo e o conto. Adicionemos-lhe ainda a edição literária, a elaboração minuciosa de biografias (Garcia de Orta, Teixeira de Pascoaes, Fernão de Magalhães, Ferreira de Castro, Eça de Queirós e José Rodrigues Miguéis), a colaboração em antologias e livros didácticos, e, na esteira de mestres ilustres como José Leite de Vasconcelos, Luís Filipe Lindley Cintra, Carolina Michaëlis de Vasconcelos e Michel Giacometti, a recolha de lendas, adivinhas, trava-línguas e lengalengas, que têm feito a delícia de várias gerações e contribuído para a sua formação multifacetada. Evoquemos, por outro lado, o seu magistério cívico, que se revelou em diversas vertentes: na denúncia da repressão e da censura durante o Estado Novo, no apoio a causas humanitárias e no diálogo permanente que mantém com as escolas, disseminando a magia da palavra e, sem moralismos, apelando à adopção de valores consentâneos com a natureza humana.
A sua obra e a sua praxis cívica têm sido amplamente reconhecidas pelos leitores jovens e pela comunidade intelectual e a população em geral. Não surpreende, portanto, que os seus textos estejam traduzidos em chinês, francês, italiano, neerlandês, alemão, catalão, basco, galego e inglês e que várias escolas e bibliotecas nacionais ostentem o seu nome.
Convidamo-lo, pois, a partilhar a mundividência peculiar de Luísa Ducla Soares.
Fonte: bnportugal.pt
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Exposição | Cidades de Papel: separatas e construções de armar | 25 jun. – 31 dez.
As separatas das publicações infantis, hoje quase esquecidas, são como os brindes do bolo-rei: uma oferta adicional no interior dos fascículos, um hábito construído ao longo da publicação e que constituía um fator de diferenciação da revista na eterna luta pela preferência dos leitores.
#CCBCidadeDigital | Afonso Cabral lança EP «Ao Vivo no CCB»
Afonso Cabral lançou recentemente o EP Ao Vivo no CCB, um conjunto de temas gravados no seu concerto no Centro Cultural de Belém, em novembro de 2019
#CCBCidadeDigital | Lisboa Capital Verde Europeia 2020 – Jardim Vertical
No âmbito da iniciativa Lisboa Capital Verde Europeia 2020 da Câmara Municipal de Lisboa, o CCB juntou-se ao arquiteto paisagista Francisco Caldeira Cabral na criação de um Jardim Vertical, que salienta uma mensagem de consciencialização ambiental. O Jardim Vertical do CCB adorna agora o Caminho Pedonal José Saramago
#CCBCidadeDigital | Especial «A Sagração da Primavera» – O duplo espetáculo que juntou a coreografia de Olga Roriz à música de Luís Tinoco
A Sagração da Primavera, coreografia do famoso bailarino Vaslav Nijinsky, é uma das mais importantes obras do século XX. Encerra uma trilogia de bailados que Igor Stravinsky compôs para a companhia Ballets Russes, de Sergei Diaghilev













