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Divulgação CulturalCongresso | O(s) universo(s) do refugiado: repensar a migração forçada | 14 – 16 out. | BNP
O(s) universo(s) do refugiado: repensar a migração forçada
CONGRESSO | 14 – 16 out. ’19 | Auditório | Entrada livre | Programa
A propósito do tricentenário da publicação de Robinson Crusoe (1719), o famoso romance de Daniel Defoe (1660-1731), o CETAPS (NOVA-FCSH), a BNP e o Instituto Português do Desporto e Juventude organizam este congresso de dois dias para debater a(s) experiência(s) pretéritas e contemporâneas da migração forçada.
Em análise no encontro estarão questões relacionadas com os universos reais, imaginários e imaginados de refugiados, exilados e náufragos, condições e estatutos metaforizados pelo romancista nas personagens Crusoe e Sexta-feira. Partindo da experiência do exílio literário de Crusoe, que sobreviveu a um naufrágio, e de Sexta-feira, as comunicações de especialistas internacionais abordarão, de forma interdisciplinar, os mais variados temas relacionados com a migração forçada pretérita e contemporânea.
Fonte: bnportugal.pt
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL | Literatura e Sociedade | 14-16 maio | 09h30 | Auditório | Entrada Livre
As ciências sociais podem ser literárias, propôs Ivan Jablonka, com o derrubamento da fronteira entre a literatura e a História.
CONCERTO | 3.º Ciclo Benjamim. Há Música na Biblioteca! | 9 maio ’26 | 11H00 | Auditório | Entrada livre
O 3.º Ciclo Benjamim é um conjunto de concertos comentados para famílias e inscreve-se no projeto educativo do MPMP. Trata-se de momentos musicais informais e descontraídos tendo em vista a fidelização de um público habitual. Sempre aos sábados, sempre às 11h00.
EXPOSIÇÕES BNP | Inauguração | 5 de maio ’26 | 10h00 | Auditório | Entrada livre
No Rasto de Luís de Camões é uma grande exposição que procura dar a ver o modo como a memória de Luís de Camões se foi construindo ao longo do tempo. Uma revisitação da vida e da obra do poeta, que põe em evidência as inovações técnicas e científicas que a sua obra convoca.
CICLO DE SEMINÁRIOS | Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras | Do sentimento animal ao sentimento intelectual: (…) | 20 abr. ’26 | 14H30
Durante milénios, a racionalidade foi considerada o traço distintivo do ser humano face aos outros seres vivos. Hoje, à luz de novas formas de inteligência e do conhecimento adquirido sobre a vida animal, a interrogação sobre o humano ganha novos contornos, convidando a repensar o lugar do sentimento em relação ao que nos distingue enquanto humanos.













