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Divulgação CulturalCongresso | O(s) universo(s) do refugiado: repensar a migração forçada | 14 – 16 out. | BNP
O(s) universo(s) do refugiado: repensar a migração forçada
CONGRESSO | 14 – 16 out. ’19 | Auditório | Entrada livre | Programa
A propósito do tricentenário da publicação de Robinson Crusoe (1719), o famoso romance de Daniel Defoe (1660-1731), o CETAPS (NOVA-FCSH), a BNP e o Instituto Português do Desporto e Juventude organizam este congresso de dois dias para debater a(s) experiência(s) pretéritas e contemporâneas da migração forçada.
Em análise no encontro estarão questões relacionadas com os universos reais, imaginários e imaginados de refugiados, exilados e náufragos, condições e estatutos metaforizados pelo romancista nas personagens Crusoe e Sexta-feira. Partindo da experiência do exílio literário de Crusoe, que sobreviveu a um naufrágio, e de Sexta-feira, as comunicações de especialistas internacionais abordarão, de forma interdisciplinar, os mais variados temas relacionados com a migração forçada pretérita e contemporânea.
Fonte: bnportugal.pt
Recital “Do Divino ao Humano” | Fundação Eng. António de Almeida | 24.09.2026
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EXPOSIÇÃO no ACMP de MANUELA LIMA – CERAMISTA
EXPOSIÇÃO no ACMP de MANUELA LIMA - CERAMISTA CONVITE O ACMP vem convidar para a nova exposição da médica pintora e ceramista, MANUELA LIMA, onde se podem apreciar os mais recentes trabalhos de pintura sobre azulejos vidrados, numa renovada experiência estética e...
CICLO DE SEMINÁRIOS | Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras | Fernando Pessoa e a estética da abdicação | 24 jun. ’26 | 14h30
É possível enunciar uma teoria estética a partir dos escritos de Fernando Pessoa? O presente trabalho procura responder a esta questão, tomando como ponto de partida o Livro do Desassossego e os textos teóricos sobre literatura redigidos por Pessoa
VISITAS GUIADAS – JUNHO | No Rasto de Luís de Camões
Poucos autores terão deixado um rasto tão longo e tão profundo na memória coletiva como Luís Vaz de Camões. Os primeiros usos coletivos da biografia e da obra camonianas datam do início do século XVII, do tempo da Monarquia Dual.













