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Divulgação CulturalEm Setembro na Casa da Música
O regresso dos agrupamentos residentes no final do Verão faz-se com “Orquestra no Património”, que leva as Orquestras Sinfónica e Barroca a várias cidades de norte a sul do país. Já a segunda metade do mês traz Música no Feminino, dando palco a mais de vinte compositoras, desde o séc. XII com Hildegard von Bingen até ao séc. XXI com Sofia Gubaidulina, Kaija Saariaho, Unsuk Chin, Rebecca Saunders ou as portuguesas Clotilde Rosa e Ângela da Ponte. Setembro retoma a Integral das Sinfonias de Tchaikovski e prossegue com a Quarta Sinfonia, na interpretação do maestro venezuelano Carlos Izacaray. E a pensar nos mais novos, outro momento a assinalar é o das oficinas para bebés e crianças até 6 anos. Não perca ainda o regresso do cantautor espanhol Patxi Andión e o aguardado concerto do premiado músico brasileiro Tim Bernardes.
Mais informações: casadamusica.com
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Em dezembro, aproveite para visitar o Museu e as nossas exposições temporárias. No edifício Sede e na Coleção do Fundador, encontrará Art on Display. Formas de expor 1949-69 e Robin Fior. Call to Action/Abril em Portugal que apresentam, em abordagens muito distintas, criações de designers e arquitetos consagrados do século XX
Em Dezembro na Casa da Música
Como se espera, este é um mês marcado pelos programas especiais de Natal e os agrupamentos residentes da Casa da Música estão empenhados em programas especialmente desenhados para o efeito
1 e 15 dez | Solistas da Metropolitana | Gratuito
1 Dezembro | Auditório | 16.00 – Com Sally Dean (oboé), Andrei Ratnikov (viola), Ercole de Conca (contrabaixo), Savka Konjikusic (piano) | 15 Dezembro | Auditório | 16.00 – Com Joana Dias (violino), Catarina Gonçalves (violoncelo), Francisco Sassetti (piano)
Ciclo de Conversas | Foto-histórias da História – A imagem e a escrita na biografia de Leitão de Barros | 3 dez. | 17h30 | BNP
Enquanto pintor, cineasta, encenador e diretor artístico, Leitão de Barros trabalhou obsessivamente a imagem. Antes de mais procurava o efeito, aspirava à emoção e à diluição de fronteiras entre objetos, vendo o cinema como uma arte devoradora de todas as outras













