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Divulgação Cultural
Concertos na Avenida · 07 e 08 Setembro · Entrada Livre · Av. dos Aliados
Avenida dos Aliados
Entrada Livre
Orquestra Barroca Casa da Música
07 Set · 22:00 · Entrada Livre
Orquestra Barroca Casa da Música
Dmitry Sinkovsky violino e direcção musical
Antonio Vivaldi Concerto para violino em Ré menor, RV 242
Pedro António Avondano Sinfonia em Fá maior
Antonio Vivaldi As Quatro Estações
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
08 Set· 22:00 · Entrada Livre
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Baldur Brönnimann direcção musical
Johann Strauss II Abertura de O morcego
George Enesco Rapsódia romena nº 1
Johannes Brahms Dança húngara nº 5
Vaughan Williams Fantasia sobre Greensleeves
Aaron Copland Hoe down (Rodeo)
Erich Wolfgang Korngold The Sea Hawk
Georges Bizet Suite nº 1 de Carmen
Johann Strauss I Marcha Radetzky
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ENC: Curso | Al-Andalus e legado arábico-islâmico em Portugal (10-24 nov.)
Objetivo deste curso é aprofundar os conhecimentos históricos, culturais e de ciência das religiões sobre o período em que a Península Ibérica se encontrou habitada e governada por muçulmanos, desde 711 até 1492. Em Portugal, esta presença deixou rastos significativos, quer no chamado património material (arquitetura, arte, etc.), quer no imaterial (língua, tradições literárias, etc.)
“REENCONTRO DE DUAS PINTORAS” – Ana Borges e Neusa Serôdio
“REENCONTRO DE DUAS PINTORAS” – Ana Borges e Neusa Serôdio
Lançamento CD | Alexandre Delgado – O doido e a morte | 13 nov. | 18h00 | BNP
Poderá o ouvinte deixar-se levar pelas explosivas ameaças do Sr. Milhões de Raul Brandão, pelo brilhante e corrosivo humor da música de Alexandre Delgado? O doido e a morte, escrita há vinte e cinco anos, é, de facto, uma das óperas portuguesas mais representadas nas últimas décadas e uma das mais bem recebidas pela crítica nacional e internacional
CCB | Dia Literário Ferreira de Castro > dia 10 de novembro às 15h > Centro de Congressos e Reuniões
Ferreira de Castro (1898-1974) continua a ser um dos autores portugueses com maior divulgação internacional, merecendo a sua obra uma releitura atenta e uma revisitação necessária. Lembremo-nos de A Selva (1930), a sua obra mais conhecida e com inequívoca densidade literária, cultural e humana













