Notícias
Divulgação CulturalApresentação do livro: “LES LANGUES DE LA NÉGOCIATION – Aproches historiennes”
O Institut français du Portugal convida para a apresentação do livro LES LANGUES DE LA NÉGOCIATION-Aproches historiennes, de Dejanirah Couto e Stéphane Pequignot, no dia 25 de Junho às 19h00, na Mediataca do IFP.

A apresentação do livro estará a cargo dos Professores Tiago Viula de Faria e Pedro Cardim, ambos da Universidade Nova de Lisboa.
Os co-autores, Dejanirah Couto e Stéphane Pequignot, estarão presentes.
O livro propõe uma pesquisa histórica e exploratória sobre os desafios, usos e conflitos linguísticos, relacionados com as negociações desde a Idade Média à época moderna. Trata-se de um livro colectivo, focado na diplomacia e no comércio, bem como em momentos de ruptura, e que reúne um conjunto de estudos sobre as negociações realizadas na Europa e no Mediterrâneo.
INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL
Rua Santos-o-Velho, 11
1249-079 LISBOA
Tel: 21 393 9270
Outros artigos em Divulgação Cultural:
Recital “Do Divino ao Humano” | Fundação Eng. António de Almeida | 24.09.2026
A Fundação Eng. António de Almeida, convida para o Recital “Do Divino ao Humano” que terá lugar no próximo dia 24 de setembro (quinta-feira), pelas 21h30, no Auditório da Fundação.
EXPOSIÇÃO no ACMP de MANUELA LIMA – CERAMISTA
EXPOSIÇÃO no ACMP de MANUELA LIMA - CERAMISTA CONVITE O ACMP vem convidar para a nova exposição da médica pintora e ceramista, MANUELA LIMA, onde se podem apreciar os mais recentes trabalhos de pintura sobre azulejos vidrados, numa renovada experiência estética e...
CICLO DE SEMINÁRIOS | Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras | Fernando Pessoa e a estética da abdicação | 24 jun. ’26 | 14h30
É possível enunciar uma teoria estética a partir dos escritos de Fernando Pessoa? O presente trabalho procura responder a esta questão, tomando como ponto de partida o Livro do Desassossego e os textos teóricos sobre literatura redigidos por Pessoa
VISITAS GUIADAS – JUNHO | No Rasto de Luís de Camões
Poucos autores terão deixado um rasto tão longo e tão profundo na memória coletiva como Luís Vaz de Camões. Os primeiros usos coletivos da biografia e da obra camonianas datam do início do século XVII, do tempo da Monarquia Dual.













