Notícias
Divulgação CulturalMúsica na Biblioteca – Solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa
CONCERTOS | 9 fev. / 2 mar. / 13 abr. / 4 maio ’18 | 13h00 | Auditório | Entrada Livre
9 fevereiro
SCHOSTAKOVICH, FREITAS BRANCO
Quarteto de Cordas n.º 3, Op. 73 | Dmitri Schostakovich
Quarteto de Cordas | Luís de Freitas Branco
Ana Pereira, José Teixeira (violinos)
Joana Cipriano (viola)
Marco Pereira (violoncelo)
2 março
CICLO DE COMPOSITORES EXILADOS II
Compositores Exilados é o mote de um ciclo de concertos que atravessa a Temporada de Música da Metropolitana 2017/18 e que traz a palco obras de compositores silenciados, em pleno século XX, pelos regimes políticos dos países onde viveram e onde exerceram a sua atividade musical. Ao longo de quatro concertos de câmara e de um concerto orquestral, ouviremos música – alguma da qual ainda hoje pouco tocada – de Kurt Weill, Alexander von Zemlinsky, Erich Wolfgang Korngold, Paul Hindemith e Fernando Lopes-Graça.
Quarteto de Cordas n.º 2, Op. 25 | Erich Wolfgang Korngold
Quarteto de Cordas n,º 1, LG 84 | Fernando Lopes-Graça
José Pereira, Joana Dias (violinos)
Joana Tavares (viola)
Catarina Gonçalves (violoncelo)
13 abril
CICLO DE COMPOSITORES EXILADOS III
Quarteto de Cordas n.º 2, LG 87 | Fernando Lopes-Graça
Quarteto de Cordas n.º 1, Op. 2 | Paul Hindemith
José Pereira, Joana Dias (violinos)
Joana Tavares (viola)
Catarina Gonçalves (violoncelo)
4 maio
RAVEL, BRAGA SANTOS
Quarteto de Cordas n.º 2, Op. 27 | Joly Braga Santos
Quarteto de Cordas, M. 35 | Maurice Ravel
Romeu Madeira, Carlos Damas (violinos)
Barbara Friedhoff (viola)
Jian Hong (violoncelo)
Fonte: bnportugal.pt
CICLO DE SEMINÁRIOS | Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras | Fernando Pessoa e a estética da abdicação | 24 jun. ’26 | 14h30
É possível enunciar uma teoria estética a partir dos escritos de Fernando Pessoa? O presente trabalho procura responder a esta questão, tomando como ponto de partida o Livro do Desassossego e os textos teóricos sobre literatura redigidos por Pessoa
VISITAS GUIADAS – JUNHO | No Rasto de Luís de Camões
Poucos autores terão deixado um rasto tão longo e tão profundo na memória coletiva como Luís Vaz de Camões. Os primeiros usos coletivos da biografia e da obra camonianas datam do início do século XVII, do tempo da Monarquia Dual.
COLÓQUIO INTERNACIONAL | Línguas e mundo: Empresas de tradução de saberes (…) | 28-29 maio ’26 | 15h00 (dia 28) – 09h30 (dia 29) | Auditório
O encontro «Línguas e mundo: Empresas de tradução de saberes e políticas imperiais no século XVI» pretende debater, a partir de diferentes perspetivas disciplinares e metodológicas, a complexidade do processo de tradução no âmbito das instituições imperiais, nas suas diversas escalas de atuação
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL | Literatura e Sociedade | 14-16 maio | 09h30 | Auditório | Entrada Livre
As ciências sociais podem ser literárias, propôs Ivan Jablonka, com o derrubamento da fronteira entre a literatura e a História.













