Livro

“Ode ou Réquiem

Alegoria sobre a natureza do ato médico, a propósito de algumas histórias clínicas reais

Ode ou Réquiem - José Poças

“Ode ou Réquiem
Alegoria sobre a natureza do ato médico, a propósito de algumas histórias clínicas reais

Playlist

 

Apresentação do Livro “Ode ou Réquiem”
I. DEDICATÓRIAS
«O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser.»
(Paul Valéry, ensaísta francês, 1871-1945)
II. PREFÁCIO
«O desenvolvimento técnico só vai deixar um único problema para resolver: a debilidade da natureza humana.»
(Karl Kraus, ensaísta austríaco, 1874-1936)
III. PREÂMBULO
«Vivemos numa época perigosa. O Homem domina a natureza antes de ter aprendido a dominar-se a si próprio (…) a nossa civilização está condenada porque se desenvolveu com mais vigor materialmente do que espiritualmente. O seu equilíbrio foi destruído… a sua tragédia é o que morre dentro de si mesmo enquanto está vivo.»
(Albert Schweitzer)
IV. O MOTE DA INSPIRAÇÃO E O ELO DE LIGAÇÃO
«Só existem duas formas de nos evadirmos das misérias que a vida nos proporciona: a música e os gatos.»
(Albert Schweitzer)
V. ELE… E EU
«A prática médica está presentemente numa posição um pouco vulnerável e indefinida, dado que é concebível que a própria medicina se esteja a transformar em algo substancialmente diferente daquilo por que sempre clamou dever ser a sua verdadeira índole, ou seja, a missão de se dedicar essencialmente ao tratamento do ser humano enquanto doente (…) sendo por isso que acredito profundamente que o nosso maior desafio de natureza ética na situação presente é o do retorno a essa veneranda tradição.»
(Richard Vance, académico norte-americano, 1985)
VI. FOI AQUI…
«A prática clínica da medicina não é nem nunca deverá ser uma mera questão de negócio»
(Sir William Osler, «pai da Medicina Interna», médico canadiano, 1849-1919)
VII. CASOS CLÍNICOS (E NÃO SÓ!)
«Todo o doente carrega sempre o seu próprio médico.»
(Albert Schweitzer)
VIII. TRÊS VIAGENS E UMA ÚNICA MENSAGEM…
«O aspeto mais triste da vida atual é que a ciência ganha em conhecimento mais rapidamente que a sociedade em sabedoria.»
(Isaac Asimov, bioquímico e escritor norte-americano de origem russa, 1920-1992)
IX. EPÍLOGO
«Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror.»
(Charlie Chaplin, ator, realizador e compositor inglês de alegada origem cigana, 1889-1977)
X. POSFÁCIO
«Num mundo que almoça valores, janta valores, ceia valores e os degrada cinicamente, sem qualquer estremecimento da consciência?
Peçam-me tudo, menos que tape os olhos.»

(Miguel Torga, escritor e médico português, 1907-1995)
XI. AGRADECIMENTOS
«O propósito da vida é uma vida de propósitos.»
(Robert Byrne, escritor norte-americano, 1930 – )

Apoios/Parcerias:

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